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SUMMARY:Encontro solidário anti-extrativista: "Somos a natureza a defender-
	se."
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DESCRIPTION:Somos a natureza a defender-se. Respondemos assim\, ao apelo pa
	ra ações\ndescentralizadas convocado pelo "Minas não". Convidamos pessoas 
	e/ou coletivos a\ncontactarem-nos para poderem integrar o programa em Brag
	a\, no Coreto da Avenida\nCentral.\n\nEstamos à espera das vossas proposta
	s. Podes propor: poemas\, concertos\,\nconversas\, teatro\, filmes ou banc
	as (com livros ou zines) ou o que queira a tua\nimaginação!\n\nHoje em dia
	\, nas grandes cidades\, nos nossos carros a gasolina\, eletricificados\,\
	nou a hidrogénio apenas nos deparamos com mais engarrafamentos no caminho 
	para o\ntrabalho e transportes públicos de baixa qualidade caros e complex
	os.\n\nA nova economia "verde" não traz soluções\, tem por base os novos m
	egaprojectos\nde mineração de lítio e de produção de energias "renováveis"
	 centralizadas -\nsendo estes projetos para beneficio e especulação das mu
	ltinacionais mafiosas e\nos seus monopólios\, incentivados por fundos públ
	icos\, em que a união europeia\npropõe declarar os nossos territórios como
	 "zonas de sacrificio" acelerando\nassim\, a sexta extinção em massa\, o a
	quecimento global e a destruição das\nmontanhas\, rios e oceanos para salv
	ar o capitalismo.\n\nEstes projetos levam-nos a crer na necessidade de ter
	raplanar florestas\, de\ntornar a terra estéril e de contaminar recursos h
	ídricos\, sendo as consequências\ndestas imposições a morte dos rios e mon
	tanhas\, a monocultura\, os incêndios\, a\nseca\, a insegurança alimentar\
	, os despejos\, a pobreza e a fome. Não nos\ncontentamos com o estilo de v
	ida consumista e capitalista de auto-destruição.\n\nQueremos também demons
	trar a nossa solidariedade com as estudantes que estão a\nocupar escolas e
	 universidades contra a economia extrativista dos combustíveis\nfósseis\, 
	criando espaços de partilha de ideias para pensar e desenhar um futuro\nal
	ternativo e livre de extrativismo.\n\nQueremos construir uma sociedade jus
	ta\, assente em ideias e práticas\ntrans-feministas inclusivas e intersecc
	ionais\, ecologistas e comunitárias.\nJunta-te a nós e vem tecer redes de 
	solidariedade e procurar ideias comuns.\n\nPropomos a ideia do decrescimen
	to como um ponto de partida para este encontro. O\ndecrescimento é a propo
	sta de consumir e produzir menos e de partilhar mais\nmomentos de cultura\
	, lazer ou arte\, de criar redes de apoio mútuo\, cantinas\npopulares\, pe
	nsar em termos de agro-ecologia e o disfrutar de passeios de\nbicicleta.\n
	\nA nossa organização autónoma nos bairros das cidades e nas aldeias permi
	te-nos\ncriar alternativas de poder popular de resistência e de regeneraçã
	o para cuidar\ndos nossos territórios e comunidades contra a ameaça do col
	apso da vida na\nterra.\n\nEste é o momento para solidarizar as várias lut
	as em defesa da biodiversidade em\ntodos os territórios.
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X-ALT-DESC;FMTTYPE=text/html:<p>Somos a natureza a defender-se. Respondemos
	 assim, ao apelo para ações descentralizadas convocado pelo "Minas não". C
	onvidamos pessoas e/ou coletivos a contactarem-nos para poderem integrar o
	 programa em Braga, no Coreto da Avenida Central.</p><p>Estamos à espera d
	as vossas propostas. Podes propor: poemas, concertos, conversas, teatro, f
	ilmes ou bancas (com livros ou zines) ou o que queira a tua imaginação!</p
	><p>Hoje em dia, nas grandes cidades, nos nossos carros a gasolina, eletri
	cificados, ou a hidrogénio apenas nos deparamos com mais engarrafamentos n
	o caminho para o trabalho e transportes públicos de baixa qualidade caros 
	e complexos. </p><p>A nova economia "verde" não traz soluções, tem por bas
	e os novos megaprojectos de mineração de lítio e de produção de energias "
	renováveis" centralizadas - sendo estes projetos para beneficio e especula
	ção das multinacionais mafiosas e os seus monopólios, incentivados por fun
	dos públicos, em que a união europeia propõe declarar os nossos território
	s como "zonas de sacrificio" acelerando assim, a sexta extinção em massa, 
	o aquecimento global e a destruição das montanhas, rios e oceanos para sal
	var o capitalismo.</p><p>Estes projetos levam-nos a crer na necessidade de
	 terraplanar florestas, de tornar a terra estéril e de contaminar recursos
	 hídricos, sendo as consequências destas imposições a morte dos rios e mon
	tanhas, a monocultura, os incêndios, a seca, a insegurança alimentar, os d
	espejos, a pobreza e a fome. Não nos contentamos com o estilo de vida cons
	umista e capitalista de auto-destruição.</p><p>Queremos também demonstrar 
	a nossa solidariedade com as estudantes que estão a ocupar escolas e unive
	rsidades contra a economia extrativista dos combustíveis fósseis, criando 
	espaços de partilha de ideias para pensar e desenhar um futuro alternativo
	 e livre de extrativismo.</p><p>Queremos construir uma sociedade justa, as
	sente em ideias e práticas trans-feministas inclusivas e interseccionais, 
	ecologistas e comunitárias. Junta-te a nós e vem tecer redes de solidaried
	ade e procurar ideias comuns. </p><p>Propomos a ideia do decrescimento com
	o um ponto de partida para este encontro. O decrescimento é a proposta de 
	consumir e produzir menos e de partilhar mais momentos de cultura, lazer o
	u arte, de criar redes de apoio mútuo, cantinas populares, pensar em termo
	s de agro-ecologia e o disfrutar de passeios de bicicleta. </p><p>A nossa 
	organização autónoma nos bairros das cidades e nas aldeias permite-nos cri
	ar alternativas de poder popular de resistência e de regeneração para cuid
	ar dos nossos territórios e comunidades contra a ameaça do colapso da vida
	 na terra.</p><p>Este é o momento para solidarizar as várias lutas em defe
	sa da biodiversidade em todos os territórios.</p>
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