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DESCRIPTION:PROGRAMA\n\n\n\nSÁBADO:\n\n11-13h: Apresentação do livro: A Fel
	icidade de Todos os Seres na Sociedade\nFutura\, de António Gonçalves Corr
	eia\, por Traça Editora.\n\nPublicado originalmente em 1922\, esta obra é 
	uma reflexão visionária sobre a\nconstrução de uma sociedade baseada na ig
	ualdade\, na cooperação e na liberdade.\n\nPartindo de uma crítica profund
	a ao capitalismo\, à propriedade privada e às\ninjustiças sociais\, o auto
	r imagina um futuro onde o trabalho\, a educação\, a\ncultura e os recurso
	s são partilhados em benefício de todos os seres. Entre a\nutopia libertár
	ia e o apelo à transformação social\, esta obra recupera uma das\nvozes ma
	is singulares do anarquismo português com uma\ninegável actualidade perant
	e a fragmentação do presente.\n\n13-15h: Almoço pelo Centro Cultura de Lib
	ertária\n\n+ “A história de Ella: um capítulo ainda em aberto”\, por Vozes
	 de Dentro\n\n15-16h: Leitura coletiva com a Biblioteka de excertos de "I 
	Hope We Choose Love:\nA Trans Girl's Notes from the End of the World" da K
	ai Cheng Thom e "Undrowned:\nBlack Feminist Lessons from Marine Mammals" d
	a Alexis Pauline Gumbs\, seguidos de\numa pequena discussão. Ambos os text
	os estão traduzidos para português.\n\n16h: Apresentação do livro “Alebrij
	es Anárquicos. Anarquismo\, práxis\nanticolonial e autonomia na América La
	tina” da autoria de Gaya Makaran e Cassio\nBrancaleone\, pela editora Barr
	icada de Livros.\n\nO livro parte dessas figuras da mitologia chamadas Ale
	brijes e faz uma revisão\ndas práticas anticoloniais que têm ocorrido na A
	mérica Latina\, incidindo\nprincipalmente nos povos "sem deus\, sem rei\, 
	sem lei".\n\n17-20h: Mesa redonda sobre os 90 anos da Revolução Espanhola 
	com a presença de\nTeresa Ferré\, militante\, pesquisadora sobre o tema e 
	ex-diretora do museu\nBatalha del Ebro.\n\n19h45: Performance por Veredas 
	"Réquiem para aves exterminadas"\n(https://www.instagram.com/_veredas_/ [h
	ttps://])\n\n20h: Jantar pela Rede de Apoio Mútuo\n\n21h: Mostra das produ
	ções cinematográficas de Armand Guerra\, pseudónimo de José\nEstivalis\, f
	ilmadas durante a Revolução Espanhola.\n\n\n\nDOMINGO:\n\n11-13h: A cultur
	a de memória dos companheiros caídos na Ucrânia (conversa em\ninglês) - Cu
	lture of remembrance among fallen comrades in Ukraine: Solidarity\nCollect
	ives\n\nApresentação da zine\, elaborada no âmbito do projeto «Decolonisin
	g Cultures of\nRemembrance»\, explora os temas da memória\, da perda\, da 
	resistência e da\narquivação no seio da comunidade antiautoritária ucrania
	na\, na sequência da\ninvasão em grande escala por parte da Rússia em 2022
	. Reflete sobre as vidas e o\nlegado de companheires que morreram na guerr
	a e questiona-se sobre como a\nmemória coletiva pode ser preservada sem gl
	orificação nem apagamento. Ao\ndocumentar as histórias\, as lutas e as exp
	eriências anarquistas\, a zine encara o\nregisto como um ato de resistênci
	a\, autodeterminação e cuidado.\n\n13h: Almoço pela Disgraça\n\n14h: Works
	hop de zines focado na imaginação de futuros\, por Ema Gonçalves\n\nA vitó
	ria do capital e do colonialismo está também ligada à colonização da\nimag
	inação\, e no impedimento de imaginar alternativas. Ao voltar para o mundo
	\nmaterial\, a criação de futuros tangíveis\, imaginados e construídos em 
	coletivo\,\nbaseados em princípios de libertação e cuidado ajudam a criar 
	esperança e\nfomentam a transformação. Depois de falarmos um bocadinho sob
	re a história e\npotencialidade das zines como ferramentas políticas e rev
	olucionárias\, vamos\ncriar a nossa própria através de recortes\, colagens
	\, escrita\, desenho e tudo o\nque possas imaginar.\n\n15-17h: Conversa: L
	uta Ecológica e Ação Direta\, com André Studer Ferreira\n\nAnte o extrativ
	ismo voraz e a deterioração irreversível da natureza\, os meios\nconvencio
	nais de contestação revelam-se frequentemente ineficazes pela sua\nburocra
	cia e restrições autoritárias. Num crescendo de performances\, a acções\nq
	ue procuram romper o muro da indiferença e polarizar o debate público\, at
	é uma\nradicalização disposta à sabotagem ou ao confronto físico\, analise
	mos os\ncontornos da acção directa ecologista.\n\nCom Machi Miriam Mariñan
	\, Lago lleulleu\, do território mapuche Labquenche\;\nAlexander Dunlap\, 
	antrópologo\, e Marina Caboclo\, advogada.\n\n17-18h30: Apresentação do li
	vro “Polas vítimas de onte\, xustiza! Folga xeral\,\nrepresión e estado de
	 guerra na Coruña en 1901”\, por Bastiana Editora\, que fala\nsobre a prim
	eira greve geral da Galícia\, ocorrida em maio de 1901\, que levou à\ndecl
	aração de estado de guerra na Coruña e à morte de sete pessoas pela Guarda
	\nCivil. As associações de trabalhadores de A Coruña mantiveram viva\, por
	 décadas\,\na memória desses eventos — hoje lamentavelmente esquecidos.\n\
	n18h30: Apresentação da tradução da fanzine "Police Abolition 101"\, com c
	onversa\nsobre movimentos de abolição da polícia e as suas possibilidades 
	nas nossas\ncomunidades.\n\nAfirmamos o poder\, a possibilidade e a necess
	idade de um futuro sem polícia\, no\nentanto\, compreendemos que esta é um
	a ideia nova para muitas pessoas. Aqui\napresentamos algumas perguntas fre
	quentes assim como as suas respostas.
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	1100-004 Lisboa\, Portugal
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CATEGORIES:Anarquismo,Conversas,Feira do Livro,Lisboa
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	DO:</strong></p><p><strong><u>11-13h</u>:</strong> Apresentação do livro: 
	A Felicidade de Todos os Seres na Sociedade Futura, de António Gonçalves C
	orreia, por Traça Editora. </p><p>Publicado originalmente em 1922, esta ob
	ra é uma reflexão visionária sobre a construção de uma sociedade baseada n
	a igualdade, na cooperação e na liberdade.</p><p>Partindo de uma crítica p
	rofunda ao capitalismo, à propriedade privada e às injustiças sociais, o a
	utor imagina um futuro onde o trabalho, a educação, a cultura e os recurso
	s são partilhados em benefício de todos os seres. Entre a utopia libertári
	a e o apelo à transformação social, esta obra recupera uma das vozes mais 
	singulares do anarquismo português com uma inegável&nbsp;actualidade&nbsp;
	perante a fragmentação do presente.</p><p><strong><u>13-15h</u></strong>: 
	Almoço pelo Centro Cultura de Libertária</p><p><strong>+</strong> “A histó
	ria de Ella: um capítulo ainda em aberto”, por Vozes de Dentro</p><p><stro
	ng><u>15-16h</u></strong>: Leitura coletiva com a Biblioteka de excertos d
	e "I Hope We Choose Love: A Trans Girl's Notes from the End of the World" 
	da Kai Cheng Thom e "Undrowned: Black Feminist Lessons from Marine Mammals
	" da Alexis Pauline Gumbs, seguidos de uma pequena discussão. Ambos os tex
	tos estão traduzidos para português.</p><p><strong><u>16h</u></strong>: Ap
	resentação do livro “Alebrijes Anárquicos. Anarquismo, práxis anticolonial
	 e autonomia na América Latina”  da autoria de Gaya Makaran e Cassio Branc
	aleone, pela editora Barricada de Livros.</p><p>O livro parte dessas figur
	as da mitologia chamadas Alebrijes e faz uma revisão das práticas anticolo
	niais que têm ocorrido na América Latina, incidindo principalmente nos pov
	os "sem deus, sem rei, sem lei".</p><p><strong><u>17-20h</u></strong>: Mes
	a redonda sobre os 90 anos da Revolução Espanhola com a presença de Teresa
	 Ferré, militante, pesquisadora sobre o tema e ex-diretora do museu Batalh
	a del Ebro.</p><p><strong><u>19h45</u></strong>: Performance por Veredas "
	Réquiem para aves exterminadas" (<a target="_blank" href="https://">https:
	//www.instagram.com/_veredas_/</a>)</p><p><strong><u>20h</u></strong>: Jan
	tar pela Rede de Apoio Mútuo</p><p><strong><u>21h</u></strong>: Mostra das
	 produções cinematográficas de Armand Guerra, pseudónimo de José Estivalis
	, filmadas durante a Revolução Espanhola.</p><p></p><p><strong>DOMINGO:</s
	trong></p><p><strong><u>11-13h</u></strong>: A cultura de memória dos comp
	anheiros caídos na Ucrânia (conversa em inglês) - Culture of remembrance a
	mong fallen comrades in Ukraine: Solidarity Collectives</p><p>Apresentação
	 da zine, elaborada no âmbito do projeto «Decolonising Cultures of Remembr
	ance», explora os temas da memória, da perda, da resistência e da arquivaç
	ão no seio da comunidade antiautoritária ucraniana, na sequência da invasã
	o em grande escala por parte da Rússia em 2022. Reflete sobre as vidas e o
	 legado de companheires que morreram na guerra e questiona-se sobre como a
	 memória coletiva pode ser preservada sem glorificação nem apagamento. Ao 
	documentar as histórias, as lutas e as experiências anarquistas, a zine en
	cara o registo como um ato de resistência, autodeterminação e cuidado.</p>
	<p><strong><u>13h</u></strong>: Almoço pela Disgraça</p><p><strong><u>14h<
	/u></strong>: Workshop de zines focado na imaginação de futuros, por Ema G
	onçalves</p><p>A vitória do capital e do colonialismo está também ligada à
	 colonização da imaginação, e no impedimento de imaginar alternativas. Ao 
	voltar para o mundo material, a criação de futuros tangíveis, imaginados e
	 construídos em coletivo, baseados em princípios de libertação e cuidado a
	judam a criar esperança e fomentam a transformação. Depois de falarmos um 
	bocadinho sobre a história e potencialidade das zines como ferramentas pol
	íticas e revolucionárias, vamos criar a nossa própria através de recortes,
	 colagens, escrita, desenho e tudo o que possas imaginar.</p><p><strong><u
	>15-17h</u></strong>: Conversa: Luta Ecológica e Ação Direta, com André St
	uder Ferreira</p><p>Ante o extrativismo voraz e a deterioração irreversíve
	l da natureza, os meios convencionais de contestação revelam-se frequentem
	ente ineficazes pela sua burocracia e restrições autoritárias.  Num cresce
	ndo de performances, a acções que procuram romper o muro da indiferença e 
	polarizar o debate público, até uma radicalização disposta à sabotagem ou 
	ao confronto físico, analisemos os contornos da acção directa ecologista.<
	/p><p>Com Machi Miriam Mariñan, Lago lleulleu, do território mapuche Labqu
	enche; Alexander Dunlap, antrópologo, e Marina Caboclo, advogada.</p><p><s
	trong><u>17-18h30</u></strong>: Apresentação do livro “Polas vítimas de on
	te, xustiza! Folga xeral, represión e estado de guerra na Coruña en 1901”,
	 por Bastiana Editora, que fala sobre a primeira greve geral da Galícia, o
	corrida em maio de 1901, que levou à declaração de estado de guerra na Cor
	uña e à morte de sete pessoas pela Guarda Civil. As associações de trabalh
	adores de A Coruña mantiveram viva, por décadas, a memória desses eventos 
	— hoje lamentavelmente esquecidos. </p><p><strong><u>18h30</u></strong>: A
	presentação da tradução da fanzine "Police Abolition 101", com conversa so
	bre movimentos de abolição da polícia e as suas possibilidades nas nossas 
	comunidades.</p><p>Afirmamos o poder, a possibilidade e a necessidade de u
	m futuro sem polícia, no entanto, compreendemos que esta é uma ideia nova 
	para muitas pessoas. Aqui apresentamos algumas perguntas frequentes assim 
	como as suas respostas.</p>
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